O que não fazer no salão de depilação

O mercado da beleza sempre foi aquecido, mesmo diante da crise que se instala no Brasil. Mas mesmo com essa expansão e surgimento de salões de beleza e depilação, em alguns casos os salões fecham. Isso ocorre porque os empreendedores deixam de lado pontos importantíssimos para que o negócio prospere, ganhe credibilidade e se firme no mercado. Para que seu negócio se torne um sucesso, veja o que não deve ser feito.

Salão de Beleza: da gestão ao atendimento

O principal erro está na administração. A falta de preparo para visualizar a empresa como um todo acaba causando transtornos em diversos setores, da gestão ao atendimento. Como em qualquer lugar, há ainda problemas como concorrência, elevada taxa tributária, conflitos na gestão de recursos humanos, alto custo do aluguel, entre outros.

Falta de conhecimento

Um caso clássico é o do cabeleireiro que sai de um lugar, recebe a indenização e, com ela, decide abrir seu próprio negócio, já que não quer voltar a ser empregado. Ele pode até ser muito talentoso com tesouras e pincéis, mas, sozinho, não tem como se dedicar à clientela ao mesmo tempo em que administra a empresa. Sem preparo, não saberá vender, controlar, pagar, receber, lidar com situações fiscais, de mercado e muito menos ter experiência para driblar adversidades. Além disso, dependendo do número de clientes, o hairstylist também se frustra porque podia ganhar mais antes como empregado do que como patrão, especialmente nos primeiros anos, período em que é preciso esperar pelo retorno do investimento.

Ver o negócio como um hobby

Abrir o salão e não estar presente, acompanhando o dia a dia da empreitada, é um dos caminhos que podem levar ao fracasso. No segmento de beleza, o dono deve ficar sempre atento. É um tipo de business diferente de uma loja de cosméticos ou posto de gasolina, por exemplo, onde há controle, informatização, câmeras, etc. Esses recursos preservam em parte a ausência temporária do dono. Já em um salão há um grande número de funcionários, o cabeleireiro e a manicure precisam ser competentes, estar sempre com boa aparência, ter pontualidade, cobrar corretamente pelos serviços, enfim, apenas o dono ou um gerente capacitado podem conduzir o bom funcionamento do estabelecimento.

Locação cara e ponto ruim

Alerta vermelho para o aluguel que consome acima de 10% da receita bruta. Sempre que ele ultrapassa esse limite, o salão se torna inviável e passa por dificuldades financeiras. No caso de salões de shoppings, onde o aluguel e o condomínio podem ultrapassar os 10%, geralmente as comissões são menores. Já o ponto comercial deve ser compatível com o público a ser conquistado, levando em conta a localização, a arquitetura do local e sua coerência entre o negócio e o cliente daquela região geográfica. A manutenção adequada também deve estar em pauta, já que ela pode prejudicar a execução dos serviços e diminuir o conforto dos frequentadores.

Estoque mal gerido

O erro causado pela parte administrativa também acaba prejudicando as finanças, já que se fica com uma grande quantia presa em produtos e ainda há o risco de desperdício e perda de validade. Atualmente, manter um pequeno estoque é uma tendência cada vez maior.

Fonte: Carreira Beauty

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