O perigo da excessiva exposição solar para a pele

Por Mariana Pajuelo

Após os 30 anos de idade o corpo passa a sofrer algumas mudanças. Entre elas está o aparecimento de algumas pintinhas brancas pelo corpo. Essas pintinhas são popularmente conhecidas como “efeito salaminho”, mas seu nome técnico é leucodermia solar e pode ser facilmente evitada, mas não tem tratamento simples – como toda mancha.

Proteger a pele com filtro solar diariamente é a principal precaução. Tudo isso porque as manchas, que costumam aparecer no rosto, pescoço, colo, mãos, braços e pernas, são resultado de uma alteração da pigmentação nas células envelhecidas pelo sol.

Há algumas décadas, esse era um problema que acometia mulheres com idade mais avançada, mas isso mudou por conta do aumento da incidência da radiação solar. O bronzeado na juventude tem um preço, pois como o dano solar é cumulativo a conta aparece mais tarde.

As células que produzem melanina sofrem apoptose, morte celular programada, e isso torna o tratamento muito difícil. Os lasers fracionados têm mostrado resultados. Com um mínimo de três sessões, pois fazem lesões microscópicas até a derme e com isso a pele precisa se regenerar; nesse processo, a área pode passar a produzir pigmento novamente. O laser fracionado é, no entanto, um tratamento caro para quem precisa fazer várias sessões.

Ácidos e peelings também podem ter resultados, principalmente na pele clara. Nela, eles deixam as manchas quase imperceptíveis; já na cútis morena, não resolvem muito, só amenizam. Em qualquer tratamento, a paciente deve ficar longe do sol e se proteger ao máximo para que conquiste excelentes resultados.

Fonte: UOL Mulher

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