Como tratar o Milium da pele?

Por Mariana Pajuelo

Aquelas bolinhas brancas na pele, geralmente bem pequenas e especialmente em volta dos olhos, surgem com o passar do tempo em algumas pessoas. Na verdade a lesão não passa de um cisto preenchido por queratina e se chama Milium.

Ainda não foi possível determinar a causa exata do problema, mas a hipótese mais aceita é a de que seja decorrente de uma descamação cutânea mal sucedida ou até mesmo do excesso de oleosidade. Nas duas situações ocorre uma obstrução dos poros da pele, resultando no aparecimento da temida bolinha.

A lesão pode ser classificada em:

  • Milium primário: É mais frequente nos bebês e costumam ir diminuindo de tamanho com o passar do tempo. Esse tipo de milium acontece porque a pele dos bebês continua se desenvolvendo, assim como o restante de seu organismo. Nessas situações não é recomendado nenhum tipo de tratamento específico e a lesão tende a desaparecer em algumas semanas.
  • Milium secundário :Surge durante a vida adulta e pode afetar pessoas com qualquer tipo de pele. O local mais comum de acometimento é ao redor dos olhos, onde pode ser facilmente percebido. As lesões não coçam, doem ou ardem, e o incômodo é puramente estético.

Para resolver o problema de uma vez por todas é recomendado procurar auxílio de um dermatologista, pois ao contrário de outras lesões, como cravos e espinhas, o milium é bem enraizado e difícil de ser eliminado. Tentativas sucessivas de tirar as bolinhas ou até mesmo a remoção parcial das lesões podem resultar em complicações como recidivas ou até mesmo cicatrizes.

O tratamento pode ser químico, envolvendo a aplicação de ácidos que além de remover as bolinhas ainda melhoram a aparência geral da pele. Outra opção é a intervenção mecânica, que utiliza uma agulha esterilizada, com a vantagem de ter efeito imediato.

Como se trata de um problema dermatológico bastante comum, capaz de prejudicar consideravelmente a estética facial e que pode ser facilmente resolvido com o acompanhamento com dermatologista, onde dependendo do caso, pode ser indicada a remoção química ou mecânica das lesões.

*Com informações do site Como Cuidar

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